FREQUÊNCIA CARDÍACA
Na terça-feira tentei acompanhar
uns colegas ciclistas de estrada em um trecho de subidas leves, mas o ritmo foi
demasiado para mim, “quebrando” aos trinta minutos de pedalada. Espero que até
o meio do ano possa acompanhar esses ciclistas que já treinam há bastante
tempo.
Quarta-feira fiz um treino leve
de 2 horas recuperando-me do dia anterior.
Os treinos de tiros são sempre os
piores. Quinta-feira fiz 10 tiros de 2’ com descanso de 3’. São para morrer,
pelo menos nesse estagio inicial. Fiquei feliz porque consegui seguir a
planilha.
Como iria participar da 3º etapa
do Campeonato Cearense de XCO, no sábado fui fazer o reconhecimento do percurso
que não estava tão difícil, mas com alguns trechos bem técnicos. O problema é
que para mim, todas as provas de XCO são complicadas. Tendo começlado a pedalar há
pouco tempo, minha técnica é péssima e para piorar, não existem trechos
técnicos próximo a onde resido, o que me impede de treinar.
No domingo houve a prova e não me
saí tão bem. Como sempre, fiquei com um certo receio na largada, tendo sido
ultrapassado por muitos corredores. Outro problema foi a minha frequência cardíaca
que estava muito alta, a ponto de me preocupar. A minha frequência cardíaca máxima
é de 184bpm e a minha média da prova, feita em 1h20m foi de 183, ou seja, quase
a 100% do limite. A última volta foi feita com a frequência acima de 190bpm.
Tudo isso me fez acender uma luz vermelha. Vou ver se marco um cardiologista e
faço um novo exame ergoespirométrico.
Resumo da semana: prova decepcionante e exames a se marcar.
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